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Notícias :: Novidades sobre SST
Criado em 13 de Maio de 2014

Fique atento sobre as novidades sobre capacetes de segurança



De acordo com o AEPS (Anuário Estatístico da Previdência Social), no ano de 2012 foram registrados 705.239 acidentes de trabalho. Desses, em 23.169 casos foi registrada a cabeça como parte atingida. Se incluirmos na conta lesões nos ouvidos, olhos, boca, mandíbula e outras partes da face, o número sobe para 57.786. Pode parecer pouco frente ao número total (cerca de 8,2% dos acidentes registrados), mas os danos de um acidente deste tipo podem ser grandes.
Pode-se afirmar que a cabeça é a parte do corpo humano que melhor deve ser protegida. Ela guarda o centro de nosso sistema nervoso central, o cérebro, e qualquer dano a ele, por menor que seja, pode ocasionar uma série de consequências. É impreciso, portanto, dizer que proteger o crânio previne somente prejuízos de ordem física - há uma ampla literatura médica que relaciona pancadas na cabeça a efeitos como perda de memória recente, problemas de concentração, síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, depressão e outras enfermidades psíquicas. Se não é difícil justificar porque é importante que nosso cérebro fique bem resguardado, é fácil compreender a importância dos equipamentos destinados à proteção da cabeça em diversos ofícios.
 
É fundamental atentar ao fato de que a proteção do capacete não exime o trabalhador de todos os perigos. Caso não seja utilizado em conjunto com outras medidas de segurança, pode não ser suficiente. "O capacete não tira a necessidade de outras soluções de engenharia, como a calha e as redes ao redor das construções, amarrar bem os materiais e outras boas práticas, que continuam sendo necessárias", atenta Guilherme Dias, engenheiro de serviço técnico da 3M. Se não há um equipamento de proteção contra queda, por exemplo, e o trabalhador sofrer uma queda, o capacete pode não ser o bastante. Assim como o impacto de um objeto muito pesado que não estava devidamente acomodado pode ser fatal, independentemente do que a pessoa veste.
De qualquer maneira, o capacete é o principal EPI que previne danos na cabeça. Em um mundo envolvido pela mais fina tecnologia em vários segmentos da indústria, ele pode até parecer um objeto arcaico, lembrando os elmos, que protegiam a cabeça dos guerreiros medievais. Mas a verdade é que o equipamento evoluiu muito e continua avançando. "Nosso país está em expansão tecnológica, e o segmento de EPIs caminha de mãos dadas com esta evolução. Há um futuro bastante promissor para o setor, que, por sua vez, exigirá produtos e serviços inovadores e adequação constante às normas", afirma Cássia Santos, Coordenadora de Marketing de Proteção à Cabeça da MSA Safety. O desenvolvimento tecnológico vai no sentido de oferecer sempre a proteção máxima, mas utilizando materiais cada vez mais leves e confortáveis.
NORMAS
Para garantir a qualidade dos produtos postos à disposição da indústria, foi criada em 1983 a NBR 8221, primeira norma nacional que tratou do capacete de segurança. Baseada em padrões do ANSI (Instituto Nacional Americano de Padrões, na sigla em inglês) e sob o escopo da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a norma começou a ser revisada no ano de 2002 e concluída em 2003. O objetivo do documento é descrever tipos, classes e ensaios para a avaliação do equipamento e determinar exigências mínimas quanto às características físicas e de desempenho dos capacetes de segurança destinados à proteção da cabeça contra impactos e agentes agressivos no uso industrial.
Reportagem de Eduardo Herrmann

Autoria: Revista Proteção



 
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